
Meia noite. Em pé sobre relva verde, que a noite se cobria com seu manto negro. Meus olhos se voltava para lua cheia no alto do céu. A perfeição — pensava em silêncio. Como alguma coisa poderia ser mais perfeita do que uma lua cheia em um dia sem nuvens ou obstáculos para atrapalhar seu esbanjo de naturalidade. O reflexo da mesma, batia no mar calmo de águas cristalinas, que agora, mergulhada em sua escuridão, parecia misterioso e maravilhoso. Uma leve e gélida brisa me envolveu, me fazendo tremer.
Barulhos de galhos sendo esmagados no chão, me fez desviar a atenção para um outro ser, irrevogavelmente mais perfeito do que qualquer lua, sim, era então, a razão da minha existência.
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